Dia internacional contra a corrupção: Facisc divulga boas práticas do sistema associativista




O dia 09 de dezembro marca o dia Internacional de Combate a Corrupção, um compromisso de cada cidadão e das empresas na construção de uma sociedade mais justa e transparente.
Apoiadora da causa e disseminadora das boas práticas, a Facisc compartilha exemplos de sucesso no Hub empresarial catarinense.
Nucleado da Acislo, em São Lourenço do Oeste, a empresa Móveis Strada, do empresário Volnei Strada, é um dos exemplos para o sistema Facisc.
A empresa integra o núcleo de moveleiros, contemplado na edição 2017/2020 do Programa Empreender Competitivo, onde por meio do núcleo com o projeto aprovado, realizou ações para o aprimoramento nos processos de gestão e inovação nas empresas.
A partir desta oportunidade implementou em sua estratégia de negócios, seu próprio manual de ética e compliance, aplicando as boas práticas na conduta interna e externa da empresa.
Há 15 anos em atividade e contando com 12 colaboradores, a empresa adota posturas éticas para todos os colaboradores que são instruídos desde o momento de sua contratação. “A empresa estando em conformidade, organiza melhor a visão de negócio, agregando ainda mais para o crescimento”, explica o empresário Volnei, ao ser indagado sobre a relevância de possuir um regramento de conduta em sua empresa.

Dados sobre a corrupção:
• A corrupção impede o crescimento econômico, aumenta os custos de transação e cria um mercado desequilibrado, levando a instabilidade social, alimentando a desconfiança pública e minando o Estado de Direito.
• Adiciona 25% aos custos de contratações
• 5% do PIB global é perdido em corrupção
• 700 empresas e indivíduos foram sancionados pelo Banco Mundial por causa de práticas de corrupção
• 4 Bilhões de pessoas ao redor do mundo vivem fora da proteção da lei
• 1 a cada 10 brasileiros já teve que pagar propinas para acessar serviços públicos
• 50% dos brasileiros acredita que a maioria dos Executivos e banqueiros são corruptos

Fonte: https://www.pactoglobal.org.br/solucao/6